Ministério da Saúde lança cartilha sobre diagnóstico e tratamento para chikungunya

Por Patricia Machado em 27/12/2016

O Ministério da Saúde divulgou recentemente um guia clínico para o manejo da chinkungunya. O objetivo é fornecer informações confiáveis para que médicos e profissionais da área tenham diretrizes em relação ao diagnóstico e tratamento dos pacientes com a doença.

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“Como chikungunya é uma doença nova, é fundamental esse aprimoramento das informações e, consequentemente, a capacitação dos profissionais para permitir uma assistência mais qualificada às pessoas que apresentarem consequências dessa infecção”, disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros, em reportagem publicada no Portal da Saúde.

Dentre as mudanças apresentadas na cartilha está a divisão da evolução da doença em três fases: aguda, subaguda e crônica. A fase mais avançada é mais frequente em pacientes do sexo feminino e com mais de 45 anos.

Além disso, o documento deixa claro que os sintomas de pacientes com chikungunya são muito parecidos com os da dengue. A diferença é que quem está com chikungunya possui dores mais fortes nas articulações, que podem resultar em inchaço.

O Ministério da Saúde também esclareceu que são raros os casos de aborto espontâneo por causa da infecção. Outra certeza é de que as mães que possuem a doença podem transmitir o vírus durante a gestação, mas isso não acontece durante a amamentação.

Dados oficiais mostraram que todos os estados no Brasil apresentaram casos de transmissão local. O número de prováveis pacientes com a doença chegou a 263.598 até o dia 10 de dezembro.

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Foto: Getty Images