Pessoas que fazem mais sexo ganham mais dinheiro

Por em 09/05/2016

Talvez o segredo para ganhar mais, seja mais prazeroso do que você imagina. E não, não estamos de sacanagem. De acordo com um estudo realizado pela Anglia Ruskin University, em Cambridge, na Inglaterra, pessoas que fazem mais sexo ganham mais dinheiro — independente da escolaridade ou profissão.

+ Homens e mulheres mais baixos têm menos parceiros sexuais, diz estudo

O estudo feito por Nick Drydakis, pesquisador da área de economia na universidade, descobriu que pessoas que fazem sexo duas ou três vezes por semana, independentemente de sua saúde física ou mental, ganham 4,5% a mais do que aqueles que fazem sexo com menos frequência.

Empregados saudáveis ​​também fazem mais sexo, de acordo com o estudo. Drydakis escreveu: “A vasta literatura médica e psicológica conclui que a atividade sexual está associada a uma boa saúde e melhoria das capacidades físicas e mentais, bem-estar psicológico e hábitos alimentares”.

A pesquisa também descobriu que os funcionários com problemas de saúde, mas que são sexualmente ativos, ganham 1,5% a mais do que aqueles com sintomas semelhantes que não são sexualmente ativos.

Usando dados de 7.500 entrevistados, a pesquisa ainda descobriu que funcionários com deficiência são 13% menos ativos do que aqueles sem deficiência, enquanto aqueles com problemas cardíacos são 11,4% menos sexualmente ativos.

+ Sete atitudes que podem melhorar a relação sexual

“É importante adquirir conhecimento dos fatores que podem afetar positiva ou negativamente a sua atividade sexual, e saúde é um dos maiores de todos”, afirmou o pesquisador.

Diante desses dados, os pesquisadores concluíram que a falta de intimidade física pode ter um impacto significativo no estado de espírito de uma pessoa e que isso reflete em seu trabalho. “As pessoas precisam amar e serem amadas (sexualmente e não sexualmente). Na falta desses amores, elas se tornam suscetíveis à solidão e depressão, o que afeta seu desempenho profissional”, explica Drydakis.

Ainda segundo o estudo, os retornos salariais em comparação com a atividade sexual são significativamente maior, estatisticamente falando, para aqueles entre 26 e 50 anos de idade.

Via Cambridge News