Saúde e Bem-Estar

Universidade estuda efeitos da redução no consumo de refrigerante para a saúde

Universidade estuda efeitos da redução no consumo de refrigerante para a saúde

No mês passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicando pedindo a países de todo o mundo que aumentem os impostos cobrados em cima de refrigerantes. De acordo com a instituição, um acréscimo de 20% no valor da bebida seria o suficiente para reduzir o seu consumo.

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De olho nos malefícios das bebidas adoçadas artificialmente, há um ano a Universidade da Califórnia em São Francisco proibiu a venda de refrigerantes em todo o campus. Desde então, tanto as lanchonetes dentro da faculdade quanto as máquinas de bebidas espalhadas pelo local deixaram de vender Coca-Cola, Sprite, entre outras bebidas adoçadas artificialmente. “Como a gente pode vender um produto que nossos próprios médicos dizem que pode causar problemas metabólicos?”, reflete Laura Schmidt, professora da escola de medicina que liderou o projeto.

Vending machines in Japan

No lugar dos refrigerantes normais, as máquinas e lanchonetes vendem agora versões dietéticas, águas e sucos não adoçados artificialmente. Foto: iStock

Acredita-se que a universidade seja um dos maiores empregadores dos Estados Unidos a adotar a medida. Agora, ela quer estudar os reflexos no corpo e na saúde de quem cortou o açúcar drasticamente da dieta. Pesquisadores estão analisando 214 funcionários da instituição para acompanhar mudanças metabólicas importantes após a mudança de hábito.

O estudo ainda está sendo finalizado, mas as prévias são otimistas. Desde que a universidade proibiu a venda de refrigerantes, uma pesquisa feita com mais de 2.500 funcionários acusou que o consumo da bebida tinha sido reduzido por eles mesmo fora da universidade. Seis meses após a adoção da medida, eles reduziram o consumo de refrigerantes em ¼. No lugar, passaram a consumir mais água e sucos.

Fonte: The New York Times

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