Saúde e Bem-Estar

Laranja e abacaxi são os alimentos que contém mais agrotóxicos

Laranja e abacaxi são os alimentos que contém mais agrotóxicos

O uso de agrotóxicos implica em terríveis danos à saúde e ao meio ambiente. Um novo relatório divulgado pela Anvisa investigou quais eram os alimentos que apresentavam o maior número de resíduos de agrotóxicos maléficos à saúde. Dos mais de 25 tipos analisados, a laranja e o abacaxi foram os vegetais com maior número.

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O estudo foi realizado entre 2013 e 2015, com mais de 12 mil amostras de alimentos de origem vegetal. Os alimentos foram coletados das redes varejistas das capitais do país. Das amostras de laranja, 12% apresentaram resíduos de agrotóxico com potencial de alto risco para a saúde. Entre as amostras de abacaxi, foram encontrados agrotóxicos nocivos em 5% delas.

O resultado da avaliação revelou que pouco mais de 1% das amostras representavam risco agudo à saúde, o que significa que a grande maioria não se enquadra no problema. O quadro continua grave, entretanto, servindo de alerta para uma maior fiscalização.

Confira a lista dos alimentos com maior número de amostras com agrotóxicos de risco:

  • Laranja: 744 amostras analisadas; 90 com potencial risco agudo (12,1%)
  • Abacaxi: 240 amostras analisadas; 12 com potencial risco agudo (5,0%)
  • Couve: 228 amostras analisadas;6 com potencial risco agudo (2,6%)
  • Uva: 224 amostras analisadas; 5 com potencial risco agudo (2,2%)
  • Alface: 448 amostras analisadas; 6 com potencial risco agudo (1,3%)
  • Mamão: 722 amostras analisadas; 6 com potencial risco agudo (0,8%)
  • Morango: 157 amostras analisadas; 1 com potencial risco agudo (0,6%)
  • Manga: 219 amostras analisadas; 1 com potencial risco agudo (0,5%)
  • Pepino: 487 amostras analisadas; 2 com potencial risco agudo (0,4%)
  • Feijão: 764 amostras analisadas; 2 com potencial risco agudo (0,3%)
  • Goiaba: 406 amostras analisadas; 1 com potencial risco agudo (0,2%)
  • Repolho: 491 amostras analisadas; 1 com potencial risco agudo (0,2%)
  • Maçã: 764 amostras analisadas; 1 com potencial risco agudo (0,1%)

Foto: Getty Images

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