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Autistas têm mais chances de desenvolverem ansiedade, diz pesquisa

Autistas têm mais chances de desenvolverem ansiedade, diz pesquisa

Pessoas com autismo têm cinco vezes mais chances de desenvolverem transtornos de ansiedade. A descoberta é de um estudo comandado pelas universidades New Castle University, Brigham Young University e City University.

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Estudos anteriores já haviam relevado os principais fatores que contribuem para o desenvolvimento da patologia, como a dificuldade de lidar com incertezas, problemas em aceitar experiências emocionais e a alexitimia, que é a incapacidade de reconhecer emoções nos outros e de expressar sentimentos.

No entanto, o estudo recente foi o primeiro dedicado a entender como a alexitimia pode influenciar no desenvolvimento de ansiedade em pessoas autistas.

Muitas pessoas caracterizam os autistas como frios, antissociais e desinteressados. Mas a pesquisa descobriu que, na verdade, eles sentem tanto quanto qualquer outra pessoa e é a alexitimia que os impede de serem empáticos, uma vez que são incapazes de entender as emoções de terceiros e as suas próprias.

Como o estudo foi realizado?

Para entender como esse traço pode influenciar no desenvolvimento da ansiedade em pessoas autistas, foram recrutados 151 adultos – sendo 76 delesdiagnosticados com o autismo. Os voluntários foram submetidos a questionários que mediam a presença de sintomas autistas como a ansiedade, a aceitação emocional, a intolerância para incertezas e a alexitimia.

Como esperado, o resultado mostrou que pessoas com autismo apresentam níveis mais altos de ansiedade, pois não sabem reagir às suas experiências emocionais.

Os pesquisadores sugerem que atividades que exercitem a atenção podem ser revolucionárias no tratamento do transtorno.

“Ao invés de se preocupar com o passado e o futuro, terapias que trabalhem a concentração são altamente indicadas. Elas ajudam o indivíduo a ter consciência de cada momento que ele vive, além de identificar, entender e aceitar emoções e sensações”, disse Sebastian Gaigg, um dos autores do estudo.

Foto: Pixabay

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